• A cada dia, o mundo actual torna-se um local
mais perigoso, enfrentando os EUA grandes desafios à sua condição de
potencia económica e militar; o eleitorado americano quer mudança e,
principalmente, pretende que muitos dos problemas do pais que parecem
endémicos (invasões militares sem fim, défice publico sem controlo, combate
ao terrorismo, insegurança, etc.) sejam lidados por alguém com reais
capacidades de liderança e com a coragem e o carácter para mudar o
estado de lassidão e corrupção que grassa na classe politica moderna.
3. “Trump vai mudar a politica externa americana”: • Única parte do movimento #NeverTrump que tem razão de existir e que é o próprio candidato a reconhecer. • O maior choque do com as propostas de Trump é precisamente com a politica internacionalista seguida por todos os presidentes americanos nas últimas décadas, especialmente desde Bush 41, e que, baseada em princípios Wilsonianos, defende a expansão do poderio militar americano no Mundo e a implementação de democracias por via militar, em locais considerados vitais aos “interesses” americanos. • A politica acima, que teve na facção neoconservadora da Administrarão de George W. Bush o seu expoente máximo, é claramente repudiada por Trump, que, inclusivé, se mostrou contra as recentes excursões dos EUA no Iraque e Afeganistão, com o acordo da maioria do eleitorado republicano e democrata.
• Os neoconservadores republicanos e os wilsonianos democratas
encontrarão em Hillary Clinton uma candidata em que podem contar para seguir as
administrações Clinton, Bush 41 e 43 e Obama, quanto a politica
externa. Trump é a opção dos realistas, que acreditam numa politica
externa comedida que, mantendo forte poderio militar e que combate
decisivamente as ameaças à segurança dos EUA,
como Al Quaeda e ISIS, não apregoa o emprego do
poderio militar americano pelo Mundo com outros fins que não
sejam a neutralização de ameaças claras ao território americano.
(continua em post posterior) |
segunda-feira, 16 de maio de 2016
O Falhanço do Movimento #NeverTrump (Parte 1)
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Trump é o Claro Favorito!
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terça-feira, 10 de maio de 2016
Trump e as mulheres
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segunda-feira, 9 de maio de 2016
Trump No Seu Melhor - Recap dos Shows de Domingo
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O que faz Trump este Domingo?
Entra Paul Manafort , o homem do chamado establishment que Trump trouxe
para a campanha e que, tendo sido inicialmente responsável pela angariação de
delegados em caso de uma convenção disputada, funciona como o ponto de contacto
da Campanha com a liderança republicana, a nível nacional e estadual, e é o porta
voz informal de Trump com a mesma.
Paul Manafort, na entrevista concedida a Chris Wallace , não ataca o
Speaker uma única vez, acentua o tom concilidador e de unidade, quase diz
compreender as razões da nega de apoio de Paul Ryan e diz que todos têm como
objectivo comum a união do partido Republicano para vencer a eleição geral.
Note-se que sempre que Chris Wallace tentou atiçar Manfort contra Trump, este
fugiu à questão, acentuando o registo de contenção e de optimismo numa
breve reconciliaçao.
Na mesma hora que Manafort fala, a campanha Trump põe Sarah Palin no State
of the Union da CNN, a falar com Jake Tapper sobre o mesmo assunto.
Os especialistas do costume, seguindo bem o bater do bombo dos democratas e
da esquerda cá do burgo, fazem ponto em minimizar sempre Sarah Palin, ao ponto
do insulto; “não é mais uma prova da
boçalidade do Donald Trump ter pedido e conseguido o apoio de Palin antes das eleições
primárias”?!
Trump reconheceu há muito (a aliança politica informal de ambos data há
mais de 4 anos) que Palin não é só uma conduta do voto conservador e Tea Party,
como é das poucas figuras de proa a nível nacional, cuja reputação (quase)
intacta junto desse eleitorado, que influencia corridas a nível estadual (governação
do estado a vários níveis e, acima de tudo, para o Senado e Câmara dos
Representantes).
O apoio desta senhora é dos mais desejados pelos candidatos republicanos,
sejam conservadores ou moderados, já que o mesmo pode representar a diferença
entre vitoria e derrota.
Nao esquecer que Palin, apesar de ter apoiado Donald Trump, fala a título individual e não tem qualquer papel
formal na campanha, ao contrario de, por exemplo Ben Carson e Chris
Christie.
Nao sejamos ingénuos: tudo o que ela diz publicamente é previamente
acordado com a campanha, o mais provável com Donald Trump directamente.
E o que vem a senhora dizer exactamente? Muito simples: faz uma declaraçao
de guerra! Paul Ryan é um candidato com a corda na garganta e que vai perder as
eleições primarias em Agosto do seu lugar no Congresso para Paul Nehlen, o
declarado pretendente ao cargo
Palin declarou o seu apoio claro a Nehlan e diz com todos os dentes que o
Líder Republicano ainda não entendeu a frustração do eleitorado e que vai pagar
caro a audácia de não apoiar Trump com a perda do cargo de Speaker, por via da
derrota primaria, e a respectiva carreira poítica.
Trump, de facto, não facilita e, como tem vindo a ser seu apanágio, a
resposta a quem o afronta e brutal e decisiva: Paul Ryan, esta a ser pintado
como o líder elitista que não respeita a vontade democrática; tendo já um forte
opositor contra si apoiado pelo Tea Party e Palin, corre o risco de ter ainda
por cima o candidato republicano a presidência a apoiar o seu opositor, e quiçá
a fazer campanha contra si no Wiscosin, o que seria desastroso para o Speaker.
A ultima ameaça é sub-entendida e é vinculada por um elemento não oficial
da campanha. Nao seria de admirar que Trump de distancie esta semana "formalmente" desta declaraçao de Palin…
Quando se espera que Trump e Ryan se reúnam esta semana para discutir uma
plataforma de entendimento, Trump faz questão de encostar o Speaker contra as
cordas e de lhe por pressão total com vista a fazer este ceder o máximo
possível num previsivel acordo entre ambos.
Na mesma altura, estava Trump a ser entrevistado na NBC a CBS, e disse,
entre outras coisas:
1. Ele é o líder de facto do
partido.
2. Ele mereceu essa designação
por massival vantagem eleitoral.
3. O partido republicano é uma
tenda muito grande, cujas diferentes sensibilidades, moderadas, centristas e
conservadoras tem lugar.
4. Apesar de apreciar o
possível apoio do Speaker, este não é fundamental para a sua vitoria em
Novembro…
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sábado, 7 de maio de 2016
Família Trump - exemplo!
Apesar da campanha organizada para desumanizar Donald J. Trump ,
a realidade, por qualquer critério que se tome, é que ele tem uma família unida, saudável e
de sucesso.
Donald Trump é, alem do mais, avô babado de 8 netos (5 do filho Donald Jr,
e 3 mais de Ivanka ).Contra os rumores falsos muitas vezes espalhados, Donald Trump mantém relação muito cordial com as suas ex-mulheres. Como exemplo, Ivana Trump fez acelebração do seu segundo casamento no Hotel de Trump em Mar-a-Lago.
Este video mostra um lado mais pessoal e familiar do futuro Presidente
Americano, um bom contraste com a dureza mostrado durante as primárias republicanas.
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